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9.10.2007

3 R's - Reduzir, Reutilizar e Reciclar


Motivos para adoptar políticas amigas do ambiente não faltam. Ficam aqui mais algumas informações:

- uma única pilha pode contaminar um terreno com a área de um campo de futebol;
- reciclar uma tonelada de papel permite evitar o corte de 20 árvores;
- os portugueses produzem, por dia, uma massa de massa equivalente a dez mil automóveis;
- o vidro, tal como o alumínio pode ser reciclado repetidas vezes, sem qualquer prejuízo para as características dos materiais;
- ao reciclar vidro, poupa-se um terço da electricidade e 50 % de água e reduzem-se as emissões de poluentes para a atmosfera e a produção de resíduos sólidos, em comparação com a produção feita com areia, calcário e carbonato de sódio;
- a partir de uma tonelada de casco (vidro destinado à reciclagem) pode-se produzir uma tonelada de vidro novo, ou seja, um aproveitamento de 100%;
- as garrafas de vidro também podem ser reutilizadas, como acontece em Portugal em 35% dos casos;
- em Portugal, 25% da composição do lixo é papel ou cartão;
- produzir 1 tonelada de papel a partir de fibra virgem exige cerca de 1 000 kWh, mas a a partir de fibra secundária já só requer 240 kWh.

Reciclagem


Quando promovemos a reciclagem estamos a contribuir para para reaproveitar materiais já utilizados (papel, vidro, plástico, metais, pilhas, ...), que através de diversos processos físicos, mecânicos e químicos, são transformados em novos produtos.

Reciclando estamos a economizar recursos energéticos, preservar e defender recursos naturais, diminuir a quantidade de resíduos que necessitam de ser incinerados ou levados para aterros sanitários e contribuir para a redução da crescente quantidade de lixo produzida por uma população que aumenta diariamente.

Reciclagem significa à letra novo ciclo. Lembrando Antonie Lavoisier: na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.

A não esquecer:

- um lata de um sumo necessita de 10 anos para se degradar;
- as embalagens devem ser escorridas e espalmadas, o que aumenta a capacidade de carga dos ecopontos, facilita o transporte do lixo e evita os maus cheiros exalados;
- a madeira pintada necessita de 13 anos para se decompor totalmente;
- as cordas de nylon só se decompõem ao fim de 30 anos;
- as embalagens de plástico transparente (PET) demoram mais de 100 anos para se decompor;
- as rolhas das garrafas de plástico devem ser retiradas, pois são de um tipo diferente de plástico;
- o alumínio pode demorar mais de 500 anos até se degradar;
- as pilhas e baterias não se devem colocar nos ecopontos;
- o vulgar saco de plástico consegue "sobreviver" no meio ambiente durante 450 anos;
- A Sociedade Ponto Verde revelou que no primeiro semestre de 2007 os portugueses deram para reciclagem 66 642 toneladas de vidro, 89 313 toneladas de cartão e papel, 13 268 toneladas de plástico, 16 803 toneladas de metais e 16 016 toneladas de madeira, num total 202 059 toneladas de materiais para reciclar.

9.07.2007

Uma má notícia...

O buraco na camada do ozono que cobre a Antárctida aumentou prematuramente este ano, não se sabendo ainda qual o seu tamanho e profundidade. O primeiro relatório sobre o ozono na Antárctida emitido em Agosto deste ano, pela Organização Mundial de Meteorologia, avança que é prematuro fazer uma comparação com o tamanho do buraco registado no ano passado.

(...)

"À medida que o sol regressa à Antárctida após a noite polar, espera-se que a destruição da camada do ozono venha a acelerar", elucida o relatório divulgado pela OMM, a agência meteorológica das Nações Unidas (ONU).

(...)

"Apesar de se verificar uma diminuição gradual das substâncias prejudiciais para a camada do ozono, não existe nenhum sinal que garanta a diminuição da camada do ozono na Antárctida", noticia o relatório.

Fonte - Jornal de Notícias

8.26.2007

Combater as emissões de dióxido de carbono

Mais medidas destas precisam-se!!! As acções locais acabam por ter efeitos globais.
Lê-se no Público de hoje:

Vaticano compensa emissões de dióxido de carbono com reflorestação na Hungria

Com os seus 0,44 quilómetros quadrados, o Vaticano quer ser o primeiro Estado soberano do mundo integralmente "neutro em carbono", ou seja, a compensar de forma voluntária todas as suas emissões de dióxido de carbono (CO2).
O "objectivo histórico", segundo os seus promotores, abrange, para já, todas as emissões de CO2 da Santa Sé relativas a 2007, que se "converterão" numa nova floresta na Hungria. Trata-se, também para já, de uma acção simbólica.
(...)
Segundo a Planktos, as dimensões da nova área florestada serão determinadas em função do consumo energético do Vaticano durante o ano em curso e do sucesso de medidas para reduzir os actuais níveis. Para além da compensação voluntária de emissões de CO2, este Estado promete pôr em prática medidas de eficiência energética e recorrer à energia renovável, de forma a diminuir a sua pegada carbónica. Por exemplo, a sala de audiências Paulo VI passará a ser alimentada com painéis solares.(...)



8.22.2007

Ambiente, segundo Calvin and Hobbes

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Sem comentários!

8.19.2007

A inteligação de problemas e de soluções

Lê-se hoje no Jornal de Notícias:

Biocombustíveis podem provocar "falta de água"


Ocrescimento da produção de biocombustíveis pode exercer uma pressão "dramática" sobre a ameaça global de escassez de água. Este tema dominou grande parte dos trabalhos da Semana Mundial da Água, um congresso que juntou, em Estocolmo, na Suécia, 2500 especialistas de todo o Mundo. Que deixaram um alerta este pode ser um recurso que coloca mais problemas do que soluções no âmbito do combate contra as alterações climáticas.

A mensagem do encontro é clara, as reservas mundiais de água, cada vez mais ameaçadas por inundações e secas, serão mais bem gastas em comida do que em combustível. "Podemos viver com menos energia mas não com menos comida", sintetizou Suhas Wani, um cientista indiano presente no encontro.

A procura de biocombustíveis, como o etanol feito de milho ou de cana de açúcar, está a aumentarjá que o planeta tenta reduzir o consumo de comsbustíveis fósseis, acusados de contribuir para o aquecimento global. Apesar dos biocombustíveis serem considerados uma alternativa ecológica, os cientistas deixaram o aviso de que os empresários e os políticos estão a ignorar os efeitos colaterais.

"Actualmente, a quantidade de água usada em todo o Mundo na produção de alimentos é da ordem dos sete mil metros cúbicos. Em 2050, a previsão é de que essa quantidade aumente para 11 mil metros cúbicos, o que significa quase o dobro da água utilizada hoje", afirmou Jan Lundqvist, diretor do Comité Científico do Instituto Internacional da Água de Estocolmo (SIWI). "As projecções indicam que a água necessária para produzir biocombustíveis crescerá na mesma proporção que a procura de água por alimentos, o que representaria a necessidade de 20 a 30 milhões de quilómetros cúbicos em 2050. E isto não é possível", ressalta o cientista sueco.

As mudanças climáticas representam já um forte impacto sobre os recursos hídricos. A necessidade de cumprir as metas do milénio estabelecidas pelas Nações Unidas de reduzir para metade a pobreza extrema no Mundo em 2015, implica um aumento imediato da produção de alimentos. "O aumento da produção de biocombustíveis pode significar, portanto, uma pressão adicional sobre os recursos hídricos", alertaram vários cientistas presentes no encontro de Estocolmo.

O SIWI chamou ainda a atenção para o planeamento das cidades de forma a responder às consequência do aquecimento global. Como perto de 80% da população mundial vive a menos de 50 quilómetros da costa, o SIWI chama atenção para a necessidade de mudar o planeamento urbano para evitar as consequências da subida do nível das águas.

Na luta contra o dióxido de carbono, os estudos continuam

Lê-se no Público:

Estudo: reflorestação faz melhor ao clima do que os biocombustíveis

A quantidade de dióxido de carbono sequestrado pela reflorestação é maior do que as emissões evitadas pelo uso de biocombustíveis, constata um estudo publicado hoje na revista “Science” sobre as estratégias de mitigação deste gás com efeito de estufa e um dos causadores do sobre-aquecimento do planeta.

Num período de 30 anos, a reflorestação permite capturar entre duas e nove vezes mais dióxido de carbono do que as emissões deste gás que seriam economizadas pela utilização de biocombustíveis, concluíram Renton Righelato, do World Land Trust (organização de conservação dos ecossistemas) e Dominick Spracklen, da Universidade de Leeds, no Reino Unido.

Na luta contra o sobre-aquecimento do planeta, “os responsáveis políticos fariam melhor, a curto prazo (30 anos) em concentrar-se na melhoria da eficiência energética dos combustíveis fósseis, na conservação e na recuperação das florestas em terrenos que não são necessários à alimentação”, escrevem os autores deste estudo.

Ao absorver o dióxido de carbono necessário ao seu crescimento, a vegetação e as árvores actuam como “sumidouros de carbono” da atmosfera.

Os combustíveis “verdes” são defendidos para substituir as fontes fósseis (petróleo, carvão e gás natural) e assim reduzir as emissões de dióxido de carbono.

8.14.2007

Nunca é demais lembrar


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