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8.31.2007

Uma nova forma de ensinar Matemática

Cada vez mais se fala em trazer o multimédia para a sala de aula, em inovar e em conseguir novas formas de motivar os estudantes. Mas isto não será um pouco demais?

Enigma 76

(Clicar para aumentar)

Dois amigos encontram-se: « Eu tenho o dobro da idade que tu tinhas quando eu tinha a idade que tu tens. Quando tiveres a idade que eu tenho agora, teremos juntamente 63 anos.»

Quais são as idades actuais dos dois amigos?

8.30.2007

Enigma 68



Perguntas de resposta rápida (as 20 em 5 minutos ou menos), ou mais um exemplo se sabedoria popular:

1- Se estás numa corrida de carros e ultrapassas o carro que vai em 2º lugar, em que posição ficas?

2- Pode um homem em Portugal casar-se legalmente com a irmã da sua viúva?

3- Um homem de 40 anos e saudável, quantos ovos cozidos é capaz de comer com o estômago vazio?

4- Qual é o animal que come com a cauda?

5- Qual é a medida de um ângulo de 10º se o vemos com uma lupa que aumenta 5 vezes o tamanho normal?

6- Qual é a pergunta à qual não podes responder que sim?

7- Elimina todos os dias da semana menos um. Para nos entendermos, este dia não é o dia depois de Domingo nem o dia antes de Quarta, não pode ser Sábado amanhã nem foi Sábado ontem, nem dois dias antes de ontem, e pensando bem, eliminemos também a Quinta. Então que dia é?

8- Porque se suicidou o livro de Matemática?

9- Afinal descobriu-se que os ursos não são animais polares. Porquê?

10- O que diz a curva à tangente?

11- O que diz o cinco ao zero?

12- Quantos lados tem um círculo?

13- Quanto é o dobro de 1,8645?

14- Se dois pavões põem dois ovos em dois dias, quantos ovos põe um pavão em quatro dias?

15- Quantos berlindes cabem num saco vazio?

16- Em que mês os Portugueses comem menos?

17- De uma palmeira com 7 cocos caíram 3. Quantos ficaram?

18- A Luísa pegou em 3 maçãs de um cesto com 23. Com quantas maçãs ficou?

19- O Senhor Silva fez dois buracos no solo: o primeiro com 2 metros de profundidade e meio metro de largura; o segundo com meio metro de profundidade e um metro de largura. Qual dos buracos ficou com maior quantidade de terra?

20- O que acontece quando um químico une dois iões sódio?

8.29.2007

Enigma 65

LOL. Já agora, os problemas a resolver eram:

A - Eu tenho o dobro da idade que tu tinhas quando eu tinha a tua idade. Quando tu tiveres a minha idade, a soma das nossas idades será de 45 anos. Quais são as nossas idades?

B - As idades de duas pessoas há 8 anos estavam na razão de 8 para 11, agora estão na razão de 4 para 5. Qual é a idade da mais velha actualmente?

8.24.2007

Também se deve descontrair

(Barómetro aneróide - Fonte)

Após ler a crónica de Carlos Fiolhais no blog De Rerum Natura (Sobre a Natureza das Coisas), Humor na Ciência, lembrei-me de uma história que deve ser actualmente um clássico, mudando o nome da Universidade e do estudante consoante a versão lida e a vontade de quem envia o e-mail.

Numa questão de Física numa Universidade de Copenhaga:

Descreva como determinar a altura de um arranha-céus utilizando um barómetro. (...)

O estudante era Niels Bohr... pelo menos era na última vez que recebi esta história no mail. LOL

8.22.2007

Ambiente, segundo Calvin and Hobbes

(Clicar para aumentar - Fonte)

Sem comentários!

Inutilidade

Encontram-se as ideias mais diversas na Internet, para o bem e para o mal. Esta é muito engraçada. Relevante? Aparentemente para este blog, não. LOL

8.15.2007

Pesquisando Matemática na NET

Uma simples pesquisa pode dar resultados surpreendentes. Procurava-se Matemática e clicando aparece:

Ave matemática, cheia de teorias e definições, malditas sois entre as disciplinas, benditos os alunos. Santa matemática, mãe das negativas, rezai pelas nossas cabeças agora e na hora das notas, AMÉN.

No comments. LOL

8.11.2007

LOL

Quando a NASA começou a enviar astronautas para o espaço, rapidamente descobriu que as esferográficas não escreviam em ambientes com gravidade zero?
Para solucionar este problema, os cientistas da NASA passaram uma década e gastaram muitos milhões de dólares a desenvolver uma caneta que escrevesse em ambientes com gravidade zero, virada para cima, debaixo de água, em quase todas as superfícies, incluindo vidro, e suportando temperaturas quer muito baixas quer muito altas.


Os Russos utilizavam lápis !

11.02.2005

Humor

ECLIPSES SOLARES DE MÁ QUALIDADE

"Fiquei histérico quando li uma notícia que dizia que no dia 3 de Outubro vai acontecer um eclipse solar visível em Portugal. Não sendo daqueles eclipses “AAAAAH!”, tudo indica que vai ser, pelo menos um daqueles eclipses “Hummmm!”. Já não é mau. É claro que há zonas onde se vai ver melhor que noutras – sobretudo no Minho, Trás-os-Montes e Alto Douro. Nessas zonas vai ser possível ver a Lua, ali, paradinha em frente ao Sol e um anel de luz à volta da sombra da Lua, o que é sempre um espectáculo interessante. A parte chata é que, uma vez mais, Lisboa fica de fora da rota dos eclipses decentes. Aqui na capital vamos vê-lo, mas é muito fraquinho, muito parcial. Há quanto tempo não acontece um eclipse decente nesta terra? E ainda dizem que é em Lisboa que tudo acontece e que ninguém liga ao resto do pais. Caramba – vão ter um eclipse solar, o que é que querem mais? E têm a Fátima Felgueiras. Nós não temos nenhuma dessas em Lisboa. Temos outros fenómenos igualmente interessantes, mas Fátima Felgueiras só há uma. Do que se queixam? Eu não me lembro, no meu tempo de vida, de ter assistido a um único grande eclipse, um daqueles totais, em que fica noite. Não é que “ficar noite” seja uma perspectiva apelativa por aí além. Na verdade, e para aqueles que ainda não repararam nisso, todos os dias, sensivelmente por volta das 20 horas, costuma ficar noite, não sendo necessário esperar por um eclipse do sol para que isso aconteça. Se eu quiser ficar com uma ideia do que é um eclipse total, basta-me, chegando às oito da noite, colocar todos os relógios da minha casa na uma da tarde, depois dar uma saltada à rua, fazer “aaah, aaah”, acrescentar frases como “então o que vai ser hoje o almoço” e voltar para dentro a partir do momento em que a sensação de que se está a ser parvo se torna incontrolável. O que é capaz de acontecer ao fim de um minuto. Mas justifica-se fazer este tipo de coisa, uma vez que Portugal raramente é brindado com bons eclipses. Com eclipses de qualidade. Os eclipses solares portugueses não são de marca; são claramente eclipses de marca branca. Os eclipses solares portugueses são os que podemos ter; são comprados por Deus a um preço acessível numa espécie de LIDL Celeste. Ele faz isso só para nos manter interessados. Ele sabe que o verdadeiro investimento em eclipses vale a pena é fazer lá fora. Os eclipses de marca estão reservados para o estrangeiro. É sempre a mesma coisa. Portugal é sempre a cauda. Até no que toca a fenómenos naturais. É como se nem a natureza quisesse nada connosco. Possivelmente a natureza nem sabe quem nós somos. A natureza deve ser daquelas que julga que Portugal é uma província de Espanha. Mas tudo bem – esta manhã, para me vingar, pus um desodorizante com aerosol nos sovacos. De propósito para esgaçar um bocadinho mais o buraco do ozono. Para me vingar da natureza. Apesar da generalizada falta de qualidade dos eclipses nacionais, nós não deixamos de os abraçar com entusiasmo. Repete-se o ritual, com os órgãos de comunicação social a dizerem que não se deve tentar ver o eclipse olhando directamente para o Sol. Quem é que, no seu perfeito juízo, com ou sem eclipse, olha directamente para o Sol? Não sei se já repararam, mas não só não se vê nada, como aquilo incomoda que se farta. Seja como for, num dos últimos eclipses que houve, eu estava a trabalhar numa outra rádio, ali para os lados do Parque Eduardo VII e nunca me hei-de esquecer de um pintas colocado no meio da rua com as mãos nas ancas, sem nenhuma protecção na vista, a olhar directamente para o Sol e a dizer: “Estou a ver o eclipse! É extraordinário! Nem é preciso nada na vista! Vejo perfeitamente a escuridão!” Tive vontade de ir ter com o homem e explicar-lhe que uma das razões por que ele via perfeitamente o eclipse era capaz de ser por estar já cego – daí ele ver a escuridão. O tipo esteve tanto tempo de mão na anca a olhar directamente para o Sol, que eu tenho a nítida sensação que já me cheirava a retina assada. Eu não sei se ele descolou a retina, mas tenho a nítida sensação que, antes disso, ele já tinha descolado o cérebro. Um dos rituais mais famosos para ver um eclipse é o da radiografia. Por isso é que eu digo: meus amigos, da próxima vez que partirem um pé, pensem no lado positivo – já têm equipamento para assistir ao próximo eclipse. Uma vez, durante um eclipse, e perante a evidência de que não encontrava nada para me ajudar a olhar para o Sol, considerei a hipótese de torcer um pé a mim mesmo e ir a coxear até ao centro de análises com raio x mais próximo. Infelizmente, aquilo não é automático; tem de se esperar dias pela radiografia. Por isso, se querem ver o eclipse de dia 3 de Outubro e não têm à mão nenhuma coisa que vos permita olhar para o Sol em segurança, o ideal é irem já fracturando um osso qualquer. Isto das radiografias e dos eclipses presta-se a confusões tramadas. Num dos últimos eclipses do Sol que houve em Lisboa fui ter com uma das pessoas que estava mais atentamente agarrada a uma radiografia, um homem. Naquela de fazer converseta, eu disse: “Então, é espectacular, não é?”. Ao que ele responde, indignado: “O quê? Esta hérnia que me acabaram de descobrir?” Os eclipses. A mística dos eclipses. Há quem defenda que os eclipses influem com a cabeça das pessoas. E que é por isso que, em alturas de eclipse total, acontecem assassínios misteriosos. Eu sinceramente acho que não tem a ver com isso. O que se passa é que fica escuro de repente e uma pessoa acaba por espetar outra com uma faca ou com umas tesouras. Coisas que acontecem. Porquê? Porque não se vê a ponta de um corno. “Ai, psicopatas, as pessoas ficam doidas sob a influência do eclipse” – não, pessoal. Não se vê é nada. E os acidentes acontecem…"



Texto cedido por Nuno Markl, editor do blog Há vida em Markl.