
8.06.2006
Sugestão
APOD - Astronomy Picture of the Day
7.01.2006
Notícias sobre o Ambiente
Proibição metais nocivos em produtos eléctricos entra hoje em vigor 01.07.2006 - 10h10 Lusa, PUBLICO.PT
A partir de hoje os artigos eléctricos e electrónicos fabricados na União Europeia não poderão conter certas substâncias perigosas para a saúde e o meio ambiente, informou a Comissão Europeia.
A medida faz parte de uma directiva comunitária para proibir a presença de chumbo, mercúrio, cádmio, ácido crómico, polibromobifenilos (PBB) e polibromodifeniléteres (PBDE) naqueles produtos.As referidas substâncias implicam um grave risco para a saúde quando os artigos são reciclados ou incinerados.O chumbo e o mercúrio podem afectar o cérebro e o sistema nervoso e são particularmente perigosos para as mulheres grávidas e as crianças.A proibição da UE afecta uma ampla gama de produtos, incluindo computadores pessoais, telemóveis, ferramentas eléctricas e electrónicas, brinquedos, artigos de iluminação e equipamentos desportivos.O lixo eléctrico e electrónico é dos que mais rapidamente tem vindo a crescer, criando problemas aos serviços de recolha dos municípios.A Comissão Europeia recordou em comunicado que os fabricantes tiveram três anos para se prepararem para esta proibição, decidida em Janeiro de 2003.O comissário europeu para o Meio Ambiente, Stavros Dimas, explicou que pôr fim ao uso daquelas substâncias perigosas "não só elimina o perigo que lhes é inerente como permite aumentar consideravelmente a quantidade de equipamentos obsoletos a reciclar, tornando a actividade mais segura e menos dispendiosa".Dimas saudou também os planos da China - que é líder na produção deste tipo de equipamentos e se prepara para lançar uma proibição semelhante no próximo ano - e instou outros países a fazerem o mesmo.
A partir de hoje os artigos eléctricos e electrónicos fabricados na União Europeia não poderão conter certas substâncias perigosas para a saúde e o meio ambiente, informou a Comissão Europeia.
A medida faz parte de uma directiva comunitária para proibir a presença de chumbo, mercúrio, cádmio, ácido crómico, polibromobifenilos (PBB) e polibromodifeniléteres (PBDE) naqueles produtos.As referidas substâncias implicam um grave risco para a saúde quando os artigos são reciclados ou incinerados.O chumbo e o mercúrio podem afectar o cérebro e o sistema nervoso e são particularmente perigosos para as mulheres grávidas e as crianças.A proibição da UE afecta uma ampla gama de produtos, incluindo computadores pessoais, telemóveis, ferramentas eléctricas e electrónicas, brinquedos, artigos de iluminação e equipamentos desportivos.O lixo eléctrico e electrónico é dos que mais rapidamente tem vindo a crescer, criando problemas aos serviços de recolha dos municípios.A Comissão Europeia recordou em comunicado que os fabricantes tiveram três anos para se prepararem para esta proibição, decidida em Janeiro de 2003.O comissário europeu para o Meio Ambiente, Stavros Dimas, explicou que pôr fim ao uso daquelas substâncias perigosas "não só elimina o perigo que lhes é inerente como permite aumentar consideravelmente a quantidade de equipamentos obsoletos a reciclar, tornando a actividade mais segura e menos dispendiosa".Dimas saudou também os planos da China - que é líder na produção deste tipo de equipamentos e se prepara para lançar uma proibição semelhante no próximo ano - e instou outros países a fazerem o mesmo.
6.19.2006
4.01.2006
3.29.2006
É notícia
Eclipse parcial pode ser visto hoje em Portugal a partir das 11h02
29.03.2006 - 09h11 Lusa
A lua vai hoje cobrir totalmente o sol deixando na escuridão completa algumas zonas da América do Sul, África e Ásia, enquanto que em Portugal este fenómeno será apenas parcial.
O eclipse tem início às 10h02 (11h02 de Lisboa), quando a Lua Nova se começar a colocar entre a Terra e o Sol, mas só será total em algumas regiões do globo, onde a noite regressará durante quatro minutos a partir do momento em que a lua cobrir os raios solares.
Segundo o Observatório Astronómico de Lisboa (OAL), "a faixa da totalidade começa no Brasil, cruza o Atlântico, atravessa o continente africano pela Nigéria, Sudão e Líbia, continuará correndo pelo Mediterrâneo, Turquia (onde se observará o máximo do eclipse), Rússia, indo terminar na Mongólia Ocidental".
De forma parcial, poderá ser visto em dois terços de África (exceptuando o sul), na metade oriental do Oceano Atlântico, na Europa e na parte ocidental da Ásia (exceptuando a Índia).
Em Portugal, o fenómeno celestial será parcialmente visível, com um máximo de 30 por cento do sol tapado pela Lua.
De acordo com o OAL, a percentagem do disco solar tapado pela lua no máximo do eclipse andará entre os 5,9 por cento em Ponta Delgada (mínimo) e os 22, 9 por cento em Faro (máximo).
Em Lisboa a lua cobrirá 19,3 por cento do sol enquanto que no Porto essa percentagem será de 17,3 por cento.
A Internet vai pôr a observação do eclipse ao alcance de qualquer pessoa, uma vez que a Agência Espacial Norte-Americana (NASA) transmitirá em directo o fenómeno celestial no seu site.
29.03.2006 - 09h11 Lusa
A lua vai hoje cobrir totalmente o sol deixando na escuridão completa algumas zonas da América do Sul, África e Ásia, enquanto que em Portugal este fenómeno será apenas parcial.
O eclipse tem início às 10h02 (11h02 de Lisboa), quando a Lua Nova se começar a colocar entre a Terra e o Sol, mas só será total em algumas regiões do globo, onde a noite regressará durante quatro minutos a partir do momento em que a lua cobrir os raios solares.
Segundo o Observatório Astronómico de Lisboa (OAL), "a faixa da totalidade começa no Brasil, cruza o Atlântico, atravessa o continente africano pela Nigéria, Sudão e Líbia, continuará correndo pelo Mediterrâneo, Turquia (onde se observará o máximo do eclipse), Rússia, indo terminar na Mongólia Ocidental".
De forma parcial, poderá ser visto em dois terços de África (exceptuando o sul), na metade oriental do Oceano Atlântico, na Europa e na parte ocidental da Ásia (exceptuando a Índia).
Em Portugal, o fenómeno celestial será parcialmente visível, com um máximo de 30 por cento do sol tapado pela Lua.
De acordo com o OAL, a percentagem do disco solar tapado pela lua no máximo do eclipse andará entre os 5,9 por cento em Ponta Delgada (mínimo) e os 22, 9 por cento em Faro (máximo).
Em Lisboa a lua cobrirá 19,3 por cento do sol enquanto que no Porto essa percentagem será de 17,3 por cento.
A Internet vai pôr a observação do eclipse ao alcance de qualquer pessoa, uma vez que a Agência Espacial Norte-Americana (NASA) transmitirá em directo o fenómeno celestial no seu site.
3.19.2006
Apenas um barómetro...
Uma história que certamente se irá tornar um clássico:
Durante um exame, um professor pôs a seguinte questão aos alunos: "Descreva como determinar a altura de um arranha-céus usando um barómetro".
Um dos estudantes respondeu: "Amarre uma longa corda à parte mais estreita do barómetro, a seguir faça baixar o barómetro do telhado do arranha-céus até ao chão. O comprimento da corda mais o comprimento do barómetro será igual à altura do edifício". Esta resposta altamente original enfureceu o examinador ao ponto de chumbar o estudante. O aluno apelou baseando-se no facto de a sua resposta estar indubitavelmente correcta e a universidade nomeou um árbitro independente para decidir o caso.Na verdade, o árbitro decidiu que a resposta estava correcta, mas que não demonstrava qualquer conhecimento de Física. Para resolver este problema foi decidido chamar o estudante e permitir-lhe que em seis minutos providenciasse uma resposta verbal, que mostrasse, pelo menos, uma certa familiaridade com os princípios básicos da Física.Durante cinco minutos o aluno ficou em silêncio, franzindo a testa a pensar. O árbitro lembrou-lhe que o tempo estava a passar, ao qual o estudante respondeu que tinha diversas respostas extremamente relevantes, mas que não sabia qual delas utilizar. Sendo avisado para se despachar, o estudante replicou da seguinte forma:"Em primeiro lugar, poderia pegar num barómetro, ir até ao telhado doarranha-céus, deixá-lo cair ao longo da parede e medir o tempo que ele demora a atingir o chão. Desta forma, a altura do edifício poderá ser trabalhada a partir da fórmula: H = 0,5g x t2. Mas isto seria má sorte para o barómetro. Ou, então, se o sol estivesse a brilhar, poderia medir a altura do barómetro, depois de assentá-lo na extremidade e medir o comprimento da sua sombra. Em seguida, iria medir o comprimento da sombra do arranha-céus e, depois de tudo isto, seria uma simples questão de aritmética proporcional para calcular a altura do arranha-céus.Mas, se quisesse ser rigorosamente científico acerca disto, poderia amarrar uma longa corda ao barómetro e abaná-lo como um pêndulo, primeiro ao nível do chão e depois ao nível do telhado do arranha-céus. A altura é determinada pela diferença na força da gravidade: T = 2p. Ou, se o arranha-céus tiver uma escada exterior de emergência, seria mais fácil usá-la e marcar a altura do arranha-céus em comprimentos do barómetro, e em seguida adicioná-los por aí acima.Se, simplesmente, quisesse ser chato e ortodoxo na resposta, certamente, poderia usar o barómetro para medir a pressão de ar no telhado do arranha-céus e no solo, e converter os milibars em pés para obter a altura do edifício.Mas uma vez que estamos constantemente a ser exortados a exercitar o pensamento independente e a aplicar os métodos científicos, indubitavelmente a melhor forma seria ir bater ao apartamento do porteiro e perguntar: 'Quer ganhar um barómetro bonito? Ofereço-lho, desde que me diga a altura deste arranha-céus'."
Um dos estudantes respondeu: "Amarre uma longa corda à parte mais estreita do barómetro, a seguir faça baixar o barómetro do telhado do arranha-céus até ao chão. O comprimento da corda mais o comprimento do barómetro será igual à altura do edifício". Esta resposta altamente original enfureceu o examinador ao ponto de chumbar o estudante. O aluno apelou baseando-se no facto de a sua resposta estar indubitavelmente correcta e a universidade nomeou um árbitro independente para decidir o caso.Na verdade, o árbitro decidiu que a resposta estava correcta, mas que não demonstrava qualquer conhecimento de Física. Para resolver este problema foi decidido chamar o estudante e permitir-lhe que em seis minutos providenciasse uma resposta verbal, que mostrasse, pelo menos, uma certa familiaridade com os princípios básicos da Física.Durante cinco minutos o aluno ficou em silêncio, franzindo a testa a pensar. O árbitro lembrou-lhe que o tempo estava a passar, ao qual o estudante respondeu que tinha diversas respostas extremamente relevantes, mas que não sabia qual delas utilizar. Sendo avisado para se despachar, o estudante replicou da seguinte forma:"Em primeiro lugar, poderia pegar num barómetro, ir até ao telhado doarranha-céus, deixá-lo cair ao longo da parede e medir o tempo que ele demora a atingir o chão. Desta forma, a altura do edifício poderá ser trabalhada a partir da fórmula: H = 0,5g x t2. Mas isto seria má sorte para o barómetro. Ou, então, se o sol estivesse a brilhar, poderia medir a altura do barómetro, depois de assentá-lo na extremidade e medir o comprimento da sua sombra. Em seguida, iria medir o comprimento da sombra do arranha-céus e, depois de tudo isto, seria uma simples questão de aritmética proporcional para calcular a altura do arranha-céus.Mas, se quisesse ser rigorosamente científico acerca disto, poderia amarrar uma longa corda ao barómetro e abaná-lo como um pêndulo, primeiro ao nível do chão e depois ao nível do telhado do arranha-céus. A altura é determinada pela diferença na força da gravidade: T = 2p. Ou, se o arranha-céus tiver uma escada exterior de emergência, seria mais fácil usá-la e marcar a altura do arranha-céus em comprimentos do barómetro, e em seguida adicioná-los por aí acima.Se, simplesmente, quisesse ser chato e ortodoxo na resposta, certamente, poderia usar o barómetro para medir a pressão de ar no telhado do arranha-céus e no solo, e converter os milibars em pés para obter a altura do edifício.Mas uma vez que estamos constantemente a ser exortados a exercitar o pensamento independente e a aplicar os métodos científicos, indubitavelmente a melhor forma seria ir bater ao apartamento do porteiro e perguntar: 'Quer ganhar um barómetro bonito? Ofereço-lho, desde que me diga a altura deste arranha-céus'."
3.01.2006
1.11.2006
O problema das conclusões
Sherlock Holmes e Dr.Watson vão acampar. Montam a barraca e, depois deuma boa refeição e uma garrafa de vinho, deitam-se para dormir.Algumas horas depois, Holmes acorda o seu fiel amigo:- Meu caro Watson, olhe para cima e diga-me o que vê.Watson responde:- Vejo milhares e milhares de estrelas.Holmes então pergunta:- E o que significa isso?Watson pondera por um minuto, depois enumera:1) Astronomicamente, significa que há milhares e milhares de galáxiase, potencialmente, biliões de planetas;2) Astrologicamente, observo que, pela posição de Saturno, teremos umdia de sorte;3) Temporalmente, deduzo que são aproximadamente 3h15min pela alturaem que se encontra a Estrela Polar;4) Teologicamente, posso ver que Deus é todo poderoso e somos pequenose insignificantes;5) Meteorologicamente, suspeito que teremos um lindo dia amanhã. Correcto?Holmes fica um minuto em silêncio, então responde:- Watson, seu imbecil! Significa apenas que alguém roubou a nossa barraca!!!
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