8.12.2006
Notícias
Investigadores do Departamento de Engenharia Química da Universidade de Coimbra estão a desenvolver uma nova geração de hidrogéis, que podem ser aplicados em doentes queimados, oncológicos ou com lesões do sistema nervoso.
«Na área dos queimados, estamos a desenvolver hidrogéis com o máximo poder de cicatrização, accionando a rápida recuperação do tecido destruído pelas queimaduras», explica a coordenadora da investigação, Helena Gil, numa nota divulgada hoje.
Segundo a docente do Departamento de Engenharia Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), nas doenças oncológicas o recurso ao hidrogel pode permitir a libertação de fármacos que travem a evolução do cancro.
Estes novos produtos poderão também vir a ser utilizados na regeneração de tecido nervoso em algumas paralisias ou em enxertos vasculares, uma área em que, segundo João Maia, doutorado neste domínio, o mercado biomédico «é muito vasto».
Os hidrogéis incluem-se na classe dos biomateriais, sendo definidos como materiais com capacidade de absorver grandes quantidades de água, podendo ser naturais ou sintéticos.
Entre as suas várias aplicações, salienta-se o uso na regeneração ou substituição dos tecidos biológicos.
Com aplicação prática em outras áreas da medicina, como a oftalmologia e a ortopedia, esta nova geração de hidrogéis que está a ser desenvolvida na FCTUC representa «um avanço significativo para o bem-estar do doente», disse.
«Conforto e qualidade de vida para o doente são, sem dúvida, vantagens que os hidrogéis oferecem. Aliás, é a base para todo o trabalho que estamos a fazer no âmbito desta pesquisa», sublinha Helena Gil.
A biocompatibilidade é a característica elementar da nova geração de hidrogéis, isto é, não provocar efeitos nocivos ao organismo, acarretando, assim, o mínimo de alergias ou infecções.
Custos reduzidos e tratamentos mais curtos e mais eficazes são, também, vantagens dos hidrogéis em desenvolvimento no Departamento de Engenharia Química da FCTUC.
Diário Digital / Lusa
«Na área dos queimados, estamos a desenvolver hidrogéis com o máximo poder de cicatrização, accionando a rápida recuperação do tecido destruído pelas queimaduras», explica a coordenadora da investigação, Helena Gil, numa nota divulgada hoje.
Segundo a docente do Departamento de Engenharia Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), nas doenças oncológicas o recurso ao hidrogel pode permitir a libertação de fármacos que travem a evolução do cancro.
Estes novos produtos poderão também vir a ser utilizados na regeneração de tecido nervoso em algumas paralisias ou em enxertos vasculares, uma área em que, segundo João Maia, doutorado neste domínio, o mercado biomédico «é muito vasto».
Os hidrogéis incluem-se na classe dos biomateriais, sendo definidos como materiais com capacidade de absorver grandes quantidades de água, podendo ser naturais ou sintéticos.
Entre as suas várias aplicações, salienta-se o uso na regeneração ou substituição dos tecidos biológicos.
Com aplicação prática em outras áreas da medicina, como a oftalmologia e a ortopedia, esta nova geração de hidrogéis que está a ser desenvolvida na FCTUC representa «um avanço significativo para o bem-estar do doente», disse.
«Conforto e qualidade de vida para o doente são, sem dúvida, vantagens que os hidrogéis oferecem. Aliás, é a base para todo o trabalho que estamos a fazer no âmbito desta pesquisa», sublinha Helena Gil.
A biocompatibilidade é a característica elementar da nova geração de hidrogéis, isto é, não provocar efeitos nocivos ao organismo, acarretando, assim, o mínimo de alergias ou infecções.
Custos reduzidos e tratamentos mais curtos e mais eficazes são, também, vantagens dos hidrogéis em desenvolvimento no Departamento de Engenharia Química da FCTUC.
Diário Digital / Lusa
O primeiro de uma nova série de satélites meteorológicos e climatológicos europeus de órbita polar, o MetOp, será lançado a 07 de Outubro, depois de sucessivos adiamentos atribuídos a questões técnicas, anunciou hoje a Agência espacial Europeia (ESA).
O lançamento esteve inicialmente previsto para 17 de Julho, na base russa de Baikonur (Cazaquistão), mas foi depois adiado três vezes devido a problemas relacionados com o sistema de controlo terrestre do foguetão Soyuz que o lançará para o espaço.
Com seis metros de altura e 4.085 toneladas de peso, o satélite levará a bordo onze instrumentos de ponta, cinco dos quais europeus, capazes de fornecer informações de alta precisão sobre a humidade, a temperatura do ar, a fusão dos gelos e os gases com efeito de estufa.
Os dados a fornecer por esta série de satélites, num total de três até 2020, «irão revolucionar o modo como são observados o tempo, o clima e o ambiente terrestres», segundo um comunicado da Agência Espacial Europeia (ESA).
Prevê-se, em particular, que melhorem significativamente a meteorologia operacional através do fornecimento de dados adicionais para Modelos Digitais de Previsão Meteorológica, melhorando em especial as previsões de mau tempo e contribuindo para a mitigação de desastres, precisa a ESA.
Os três satélites resultam de um programa conjunto da Organização Europeia de Satélites Meteorológicos (EUMETSAT) e da ESA, sendo a EADS Astrium o principal adjudicatário. Quanto aos instrumentos a bordo, são fornecidos pela EUMETSAT, a ESA, a Agência Espacial Francesa (CNES) e a NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA).
O programa MetOp representa um investimento total de 2,4 mil milhões de euros, dos quais 1,8 mil milhões por parte da EUMETSAT, que operará os satélites em parceria com a NOAA, e cabendo o restante à ESA.
Diário Digital / Lusa
O lançamento esteve inicialmente previsto para 17 de Julho, na base russa de Baikonur (Cazaquistão), mas foi depois adiado três vezes devido a problemas relacionados com o sistema de controlo terrestre do foguetão Soyuz que o lançará para o espaço.
Com seis metros de altura e 4.085 toneladas de peso, o satélite levará a bordo onze instrumentos de ponta, cinco dos quais europeus, capazes de fornecer informações de alta precisão sobre a humidade, a temperatura do ar, a fusão dos gelos e os gases com efeito de estufa.
Os dados a fornecer por esta série de satélites, num total de três até 2020, «irão revolucionar o modo como são observados o tempo, o clima e o ambiente terrestres», segundo um comunicado da Agência Espacial Europeia (ESA).
Prevê-se, em particular, que melhorem significativamente a meteorologia operacional através do fornecimento de dados adicionais para Modelos Digitais de Previsão Meteorológica, melhorando em especial as previsões de mau tempo e contribuindo para a mitigação de desastres, precisa a ESA.
Os três satélites resultam de um programa conjunto da Organização Europeia de Satélites Meteorológicos (EUMETSAT) e da ESA, sendo a EADS Astrium o principal adjudicatário. Quanto aos instrumentos a bordo, são fornecidos pela EUMETSAT, a ESA, a Agência Espacial Francesa (CNES) e a NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA).
O programa MetOp representa um investimento total de 2,4 mil milhões de euros, dos quais 1,8 mil milhões por parte da EUMETSAT, que operará os satélites em parceria com a NOAA, e cabendo o restante à ESA.
Diário Digital / Lusa
A tripulação do vaivém espacial Atlantis chegou esta terça-feira a Cabo Canaveral, na Florida, para iniciar os preparativos da sua próxima missão à Estação Espacial Internacional (ISS) prevista para finais do mês.
Durante os 11 dias em que a nave estará atracada à ISS, os astronautas irão proceder a trabalhos de reconstrução da estação, nomeadamente à instalação de dois painéis solares e um segmento de 17,5 toneladas em que serão montados dois laboratórios, um europeu e outro japonês.
Segundo a NASA, as primeiras actividades dos seis astronautas serão testes de lançamento e verificações do equipamento e dos trajes a usar no voo, que será o terceiro de um vaivém espacial desde a catástrofe do Columbia, a 01 de Fevereiro de 2003.
A primeira oportunidade do lançamento será a 27 de Agosto à tarde, período do dia em que as trovoadas são comuns na Florida, mas poderá decorrer até 07 de Setembro.
A tripulação, comandada por Brent Tett, é constituída pelo co- piloto Chris Ferguson e quatro especialistas de missão, os astronautas Daniel Burbank, Heide Stefanyshyn-Piper, Joe Tanner e o canadiano Steven MacLean, da Agência Espacial do Canadá.
Com um total de onze dias, a missão inclui três saídas para o espaço a efectuar por duas equipas.
Depois deste voo do Atlantis, a NASA prevê um total de 16 missões de vaivéns para completar a montagem da ISS, estando a próxima prevista para 13 de Dezembro, com o Discovery.
O 17º voo poderá ser programado para uma missão de reparação e manutenção do telescópio espacial Hubble, que se encontra em órbita terrestre, esperando-se para o Outono uma decisão nesse sentido, segundo a NASA.
Traumatizada pelo desastre do Columbia, a NASA reforçou confiança com o êxito da recente missão Discovery.
Este vaivém regressou à Terra a 17 de Julho após 13 dias de voo, durante os quais foram realizadas com êxito três saídas para o espaço, duas das quais para experimentar novas técnicas de reparação das protecções térmicas da aeronave.
Diário Digital / Lusa
Durante os 11 dias em que a nave estará atracada à ISS, os astronautas irão proceder a trabalhos de reconstrução da estação, nomeadamente à instalação de dois painéis solares e um segmento de 17,5 toneladas em que serão montados dois laboratórios, um europeu e outro japonês.
Segundo a NASA, as primeiras actividades dos seis astronautas serão testes de lançamento e verificações do equipamento e dos trajes a usar no voo, que será o terceiro de um vaivém espacial desde a catástrofe do Columbia, a 01 de Fevereiro de 2003.
A primeira oportunidade do lançamento será a 27 de Agosto à tarde, período do dia em que as trovoadas são comuns na Florida, mas poderá decorrer até 07 de Setembro.
A tripulação, comandada por Brent Tett, é constituída pelo co- piloto Chris Ferguson e quatro especialistas de missão, os astronautas Daniel Burbank, Heide Stefanyshyn-Piper, Joe Tanner e o canadiano Steven MacLean, da Agência Espacial do Canadá.
Com um total de onze dias, a missão inclui três saídas para o espaço a efectuar por duas equipas.
Depois deste voo do Atlantis, a NASA prevê um total de 16 missões de vaivéns para completar a montagem da ISS, estando a próxima prevista para 13 de Dezembro, com o Discovery.
O 17º voo poderá ser programado para uma missão de reparação e manutenção do telescópio espacial Hubble, que se encontra em órbita terrestre, esperando-se para o Outono uma decisão nesse sentido, segundo a NASA.
Traumatizada pelo desastre do Columbia, a NASA reforçou confiança com o êxito da recente missão Discovery.
Este vaivém regressou à Terra a 17 de Julho após 13 dias de voo, durante os quais foram realizadas com êxito três saídas para o espaço, duas das quais para experimentar novas técnicas de reparação das protecções térmicas da aeronave.
Diário Digital / Lusa
8.11.2006
Agora mesmo encontrado
Enchanted Learning®Site que disponibiliza muita informação grátis, embora algumas partes não sejam de acesso grátis.
The Vega Science Trust

Vega is a not for profit trust which broadcasts science programmes for free over the internet. Our programmes feature experts in science and engineering and many are or have in the past been broadcast on mainstream television.
Possibilidade de ver diversos vídeos relacionados com Ciência:), embora estejam todos em inglês.
Possibilidade de ver diversos vídeos relacionados com Ciência:), embora estejam todos em inglês.
8.10.2006
Leituras

Gazeta de Física - À LUZ DE EINSTEIN
Descobrir o Universo - Coord. Teresa Lago
Histórias do Universo - José Fernando Monteiro
8.09.2006
8.08.2006
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