
8.30.2006
8.29.2006
8.28.2006
Oito planetas, planetas anões e pequenos corpos
FonteOs planetas do Sistema Solar (Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno) são objectos que orbitam à volta do Sol, com massa suficiente para ter gravidade própria e uma forma arredondada e que são dominantes na sua órbita.
8.13.2006
Universo
No Público de hoje:
O Universo pode ser maior e mais antigo do que se julgava, de acordo com medições independentes da constante de Hubble feitas por duas equipas de astrónomos. Em ambos os casos, as equipas conceberam e puseram em prática novos métodos para determinar distâncias intergalácticas, mais precisos e simples que os tradicionais.
(...)
Comparando a luminosidade real com a luminosidade medida na Terra, os astrónomos conseguiram determinar a distância destas estrelas à Terra - a maior distância alguma vez medida directamente, e próxima do limite máximo permitido pelos mais potentes telescópios. Para sua surpresa, o valor que obtiveram - 3,14 milhões de anos-luz - é 15 por cento superior ao que se esperava.
Os métodos tradicionais de medição de distâncias galácticas baseiam-se em determinações progressivas: começa-se por medir a distância de objectos próximos da Terra, e de seguida a distância destes a objectos não tão próximos e assim sucessivamente. Trata-se de um processo complexo, ao qual está associado um grande erro experimental. A principal motivação desta equipa era desenvolver um método directo de determinação destas distâncias, e conseguiram-no. Mas o seu trabalho acabou por ter outras consequências.
Segundo a Lei de Hubble, a razão entre a velocidade com que objectos como as galáxias mais distantes se afastam da Terra e a sua distância ao nosso planeta é dada por uma constante (de Hubble). Esta velocidade pode ser determinada comparando os espectros da radiação emitida e absorvida pelos objectos, e utilizando o efeito Doppler. Este processo não foi posto em causa pelo trabalho da equipa de Bonanos, pelo que dele resulta um novo valor para a constante de Hubble, 15 por cento mais baixo do que era estimado anteriormente.
A constante de Hubble é utilizada para a determinação dos limites espaço-temporais do Universo (o tamanho e a sua idade desde o Big Bang), conhecida a sua taxa de expansão. Resulta assim que o Universo é 15 por cento maior, e 15 por cento mais velho (15,8 milhares de milhões de anos de idade) do que o que se julgava.
(...)
No entanto, segundo os próprios autores, o resultado não pode ser ainda considerado definitivo, uma vez que resulta de apenas uma única medição da distância.
De facto, este valor não é confirmado pelos resultados recentes de um outro grupo de astrónomos ligados à agência espacial norte-americana (NASA) e das universidades de Chicago, do Alabama e da Califórnia.
Este grupo utilizou o chamado efeito Sunyaev-Zeldovich: os fotões da radiação cósmica de fundo interagem com electrões no gás quente que atravessa os grupos de galáxias, adquirindo energia e distorcendo o sinal da radiação cósmica de fundo na direcção das galáxias. A intensidade desta distorção depende da densidade e da temperatura dos electrões e do tamanho do grupo de galáxias. Utilizando radiotelescópios para medir a distorção na radiação cósmica de fundo e dados do telescópio espacial de raios X Chandra para medir as propriedades dos electrões, pode determinar-se o tamanho do conjunto de galáxias.
Conhecendo estas dimensões e analisando as imagens do grupo de galáxias nos telescópios, é fácil determinar a sua distância. Conhecendo-se anteriormente as velocidades das mesmas, pode calcular-se a constante de Hubble.
Através deste método o grupo, liderado por Massimiliano Bonamente, analisou 38 grupos de galáxias, cujas distâncias à Terra variavam entre 1,4 e 9,3 milhares de milhões de anos-luz. Os resultados confirmam os valores anteriormente aceites e apontam para uma idade do Universo entre 12 e 14 milhares de milhões de anos.
Os trabalhos de ambos os grupos foram aceites para publicação na revista Astrophysical Journal e parecem sugerir que algo de interessante se passa com a constante de Hubble. Mais medições se seguirão a estas e confirmarão, ou não, o resultado nos próximos anos.
(...)
Comparando a luminosidade real com a luminosidade medida na Terra, os astrónomos conseguiram determinar a distância destas estrelas à Terra - a maior distância alguma vez medida directamente, e próxima do limite máximo permitido pelos mais potentes telescópios. Para sua surpresa, o valor que obtiveram - 3,14 milhões de anos-luz - é 15 por cento superior ao que se esperava.
Os métodos tradicionais de medição de distâncias galácticas baseiam-se em determinações progressivas: começa-se por medir a distância de objectos próximos da Terra, e de seguida a distância destes a objectos não tão próximos e assim sucessivamente. Trata-se de um processo complexo, ao qual está associado um grande erro experimental. A principal motivação desta equipa era desenvolver um método directo de determinação destas distâncias, e conseguiram-no. Mas o seu trabalho acabou por ter outras consequências.
Segundo a Lei de Hubble, a razão entre a velocidade com que objectos como as galáxias mais distantes se afastam da Terra e a sua distância ao nosso planeta é dada por uma constante (de Hubble). Esta velocidade pode ser determinada comparando os espectros da radiação emitida e absorvida pelos objectos, e utilizando o efeito Doppler. Este processo não foi posto em causa pelo trabalho da equipa de Bonanos, pelo que dele resulta um novo valor para a constante de Hubble, 15 por cento mais baixo do que era estimado anteriormente.
A constante de Hubble é utilizada para a determinação dos limites espaço-temporais do Universo (o tamanho e a sua idade desde o Big Bang), conhecida a sua taxa de expansão. Resulta assim que o Universo é 15 por cento maior, e 15 por cento mais velho (15,8 milhares de milhões de anos de idade) do que o que se julgava.
(...)
No entanto, segundo os próprios autores, o resultado não pode ser ainda considerado definitivo, uma vez que resulta de apenas uma única medição da distância.
De facto, este valor não é confirmado pelos resultados recentes de um outro grupo de astrónomos ligados à agência espacial norte-americana (NASA) e das universidades de Chicago, do Alabama e da Califórnia.
Este grupo utilizou o chamado efeito Sunyaev-Zeldovich: os fotões da radiação cósmica de fundo interagem com electrões no gás quente que atravessa os grupos de galáxias, adquirindo energia e distorcendo o sinal da radiação cósmica de fundo na direcção das galáxias. A intensidade desta distorção depende da densidade e da temperatura dos electrões e do tamanho do grupo de galáxias. Utilizando radiotelescópios para medir a distorção na radiação cósmica de fundo e dados do telescópio espacial de raios X Chandra para medir as propriedades dos electrões, pode determinar-se o tamanho do conjunto de galáxias.
Conhecendo estas dimensões e analisando as imagens do grupo de galáxias nos telescópios, é fácil determinar a sua distância. Conhecendo-se anteriormente as velocidades das mesmas, pode calcular-se a constante de Hubble.
Através deste método o grupo, liderado por Massimiliano Bonamente, analisou 38 grupos de galáxias, cujas distâncias à Terra variavam entre 1,4 e 9,3 milhares de milhões de anos-luz. Os resultados confirmam os valores anteriormente aceites e apontam para uma idade do Universo entre 12 e 14 milhares de milhões de anos.
Os trabalhos de ambos os grupos foram aceites para publicação na revista Astrophysical Journal e parecem sugerir que algo de interessante se passa com a constante de Hubble. Mais medições se seguirão a estas e confirmarão, ou não, o resultado nos próximos anos.
8.12.2006
Notícias
Investigadores do Departamento de Engenharia Química da Universidade de Coimbra estão a desenvolver uma nova geração de hidrogéis, que podem ser aplicados em doentes queimados, oncológicos ou com lesões do sistema nervoso.
«Na área dos queimados, estamos a desenvolver hidrogéis com o máximo poder de cicatrização, accionando a rápida recuperação do tecido destruído pelas queimaduras», explica a coordenadora da investigação, Helena Gil, numa nota divulgada hoje.
Segundo a docente do Departamento de Engenharia Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), nas doenças oncológicas o recurso ao hidrogel pode permitir a libertação de fármacos que travem a evolução do cancro.
Estes novos produtos poderão também vir a ser utilizados na regeneração de tecido nervoso em algumas paralisias ou em enxertos vasculares, uma área em que, segundo João Maia, doutorado neste domínio, o mercado biomédico «é muito vasto».
Os hidrogéis incluem-se na classe dos biomateriais, sendo definidos como materiais com capacidade de absorver grandes quantidades de água, podendo ser naturais ou sintéticos.
Entre as suas várias aplicações, salienta-se o uso na regeneração ou substituição dos tecidos biológicos.
Com aplicação prática em outras áreas da medicina, como a oftalmologia e a ortopedia, esta nova geração de hidrogéis que está a ser desenvolvida na FCTUC representa «um avanço significativo para o bem-estar do doente», disse.
«Conforto e qualidade de vida para o doente são, sem dúvida, vantagens que os hidrogéis oferecem. Aliás, é a base para todo o trabalho que estamos a fazer no âmbito desta pesquisa», sublinha Helena Gil.
A biocompatibilidade é a característica elementar da nova geração de hidrogéis, isto é, não provocar efeitos nocivos ao organismo, acarretando, assim, o mínimo de alergias ou infecções.
Custos reduzidos e tratamentos mais curtos e mais eficazes são, também, vantagens dos hidrogéis em desenvolvimento no Departamento de Engenharia Química da FCTUC.
Diário Digital / Lusa
«Na área dos queimados, estamos a desenvolver hidrogéis com o máximo poder de cicatrização, accionando a rápida recuperação do tecido destruído pelas queimaduras», explica a coordenadora da investigação, Helena Gil, numa nota divulgada hoje.
Segundo a docente do Departamento de Engenharia Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), nas doenças oncológicas o recurso ao hidrogel pode permitir a libertação de fármacos que travem a evolução do cancro.
Estes novos produtos poderão também vir a ser utilizados na regeneração de tecido nervoso em algumas paralisias ou em enxertos vasculares, uma área em que, segundo João Maia, doutorado neste domínio, o mercado biomédico «é muito vasto».
Os hidrogéis incluem-se na classe dos biomateriais, sendo definidos como materiais com capacidade de absorver grandes quantidades de água, podendo ser naturais ou sintéticos.
Entre as suas várias aplicações, salienta-se o uso na regeneração ou substituição dos tecidos biológicos.
Com aplicação prática em outras áreas da medicina, como a oftalmologia e a ortopedia, esta nova geração de hidrogéis que está a ser desenvolvida na FCTUC representa «um avanço significativo para o bem-estar do doente», disse.
«Conforto e qualidade de vida para o doente são, sem dúvida, vantagens que os hidrogéis oferecem. Aliás, é a base para todo o trabalho que estamos a fazer no âmbito desta pesquisa», sublinha Helena Gil.
A biocompatibilidade é a característica elementar da nova geração de hidrogéis, isto é, não provocar efeitos nocivos ao organismo, acarretando, assim, o mínimo de alergias ou infecções.
Custos reduzidos e tratamentos mais curtos e mais eficazes são, também, vantagens dos hidrogéis em desenvolvimento no Departamento de Engenharia Química da FCTUC.
Diário Digital / Lusa
O primeiro de uma nova série de satélites meteorológicos e climatológicos europeus de órbita polar, o MetOp, será lançado a 07 de Outubro, depois de sucessivos adiamentos atribuídos a questões técnicas, anunciou hoje a Agência espacial Europeia (ESA).
O lançamento esteve inicialmente previsto para 17 de Julho, na base russa de Baikonur (Cazaquistão), mas foi depois adiado três vezes devido a problemas relacionados com o sistema de controlo terrestre do foguetão Soyuz que o lançará para o espaço.
Com seis metros de altura e 4.085 toneladas de peso, o satélite levará a bordo onze instrumentos de ponta, cinco dos quais europeus, capazes de fornecer informações de alta precisão sobre a humidade, a temperatura do ar, a fusão dos gelos e os gases com efeito de estufa.
Os dados a fornecer por esta série de satélites, num total de três até 2020, «irão revolucionar o modo como são observados o tempo, o clima e o ambiente terrestres», segundo um comunicado da Agência Espacial Europeia (ESA).
Prevê-se, em particular, que melhorem significativamente a meteorologia operacional através do fornecimento de dados adicionais para Modelos Digitais de Previsão Meteorológica, melhorando em especial as previsões de mau tempo e contribuindo para a mitigação de desastres, precisa a ESA.
Os três satélites resultam de um programa conjunto da Organização Europeia de Satélites Meteorológicos (EUMETSAT) e da ESA, sendo a EADS Astrium o principal adjudicatário. Quanto aos instrumentos a bordo, são fornecidos pela EUMETSAT, a ESA, a Agência Espacial Francesa (CNES) e a NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA).
O programa MetOp representa um investimento total de 2,4 mil milhões de euros, dos quais 1,8 mil milhões por parte da EUMETSAT, que operará os satélites em parceria com a NOAA, e cabendo o restante à ESA.
Diário Digital / Lusa
O lançamento esteve inicialmente previsto para 17 de Julho, na base russa de Baikonur (Cazaquistão), mas foi depois adiado três vezes devido a problemas relacionados com o sistema de controlo terrestre do foguetão Soyuz que o lançará para o espaço.
Com seis metros de altura e 4.085 toneladas de peso, o satélite levará a bordo onze instrumentos de ponta, cinco dos quais europeus, capazes de fornecer informações de alta precisão sobre a humidade, a temperatura do ar, a fusão dos gelos e os gases com efeito de estufa.
Os dados a fornecer por esta série de satélites, num total de três até 2020, «irão revolucionar o modo como são observados o tempo, o clima e o ambiente terrestres», segundo um comunicado da Agência Espacial Europeia (ESA).
Prevê-se, em particular, que melhorem significativamente a meteorologia operacional através do fornecimento de dados adicionais para Modelos Digitais de Previsão Meteorológica, melhorando em especial as previsões de mau tempo e contribuindo para a mitigação de desastres, precisa a ESA.
Os três satélites resultam de um programa conjunto da Organização Europeia de Satélites Meteorológicos (EUMETSAT) e da ESA, sendo a EADS Astrium o principal adjudicatário. Quanto aos instrumentos a bordo, são fornecidos pela EUMETSAT, a ESA, a Agência Espacial Francesa (CNES) e a NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA).
O programa MetOp representa um investimento total de 2,4 mil milhões de euros, dos quais 1,8 mil milhões por parte da EUMETSAT, que operará os satélites em parceria com a NOAA, e cabendo o restante à ESA.
Diário Digital / Lusa
A tripulação do vaivém espacial Atlantis chegou esta terça-feira a Cabo Canaveral, na Florida, para iniciar os preparativos da sua próxima missão à Estação Espacial Internacional (ISS) prevista para finais do mês.
Durante os 11 dias em que a nave estará atracada à ISS, os astronautas irão proceder a trabalhos de reconstrução da estação, nomeadamente à instalação de dois painéis solares e um segmento de 17,5 toneladas em que serão montados dois laboratórios, um europeu e outro japonês.
Segundo a NASA, as primeiras actividades dos seis astronautas serão testes de lançamento e verificações do equipamento e dos trajes a usar no voo, que será o terceiro de um vaivém espacial desde a catástrofe do Columbia, a 01 de Fevereiro de 2003.
A primeira oportunidade do lançamento será a 27 de Agosto à tarde, período do dia em que as trovoadas são comuns na Florida, mas poderá decorrer até 07 de Setembro.
A tripulação, comandada por Brent Tett, é constituída pelo co- piloto Chris Ferguson e quatro especialistas de missão, os astronautas Daniel Burbank, Heide Stefanyshyn-Piper, Joe Tanner e o canadiano Steven MacLean, da Agência Espacial do Canadá.
Com um total de onze dias, a missão inclui três saídas para o espaço a efectuar por duas equipas.
Depois deste voo do Atlantis, a NASA prevê um total de 16 missões de vaivéns para completar a montagem da ISS, estando a próxima prevista para 13 de Dezembro, com o Discovery.
O 17º voo poderá ser programado para uma missão de reparação e manutenção do telescópio espacial Hubble, que se encontra em órbita terrestre, esperando-se para o Outono uma decisão nesse sentido, segundo a NASA.
Traumatizada pelo desastre do Columbia, a NASA reforçou confiança com o êxito da recente missão Discovery.
Este vaivém regressou à Terra a 17 de Julho após 13 dias de voo, durante os quais foram realizadas com êxito três saídas para o espaço, duas das quais para experimentar novas técnicas de reparação das protecções térmicas da aeronave.
Diário Digital / Lusa
Durante os 11 dias em que a nave estará atracada à ISS, os astronautas irão proceder a trabalhos de reconstrução da estação, nomeadamente à instalação de dois painéis solares e um segmento de 17,5 toneladas em que serão montados dois laboratórios, um europeu e outro japonês.
Segundo a NASA, as primeiras actividades dos seis astronautas serão testes de lançamento e verificações do equipamento e dos trajes a usar no voo, que será o terceiro de um vaivém espacial desde a catástrofe do Columbia, a 01 de Fevereiro de 2003.
A primeira oportunidade do lançamento será a 27 de Agosto à tarde, período do dia em que as trovoadas são comuns na Florida, mas poderá decorrer até 07 de Setembro.
A tripulação, comandada por Brent Tett, é constituída pelo co- piloto Chris Ferguson e quatro especialistas de missão, os astronautas Daniel Burbank, Heide Stefanyshyn-Piper, Joe Tanner e o canadiano Steven MacLean, da Agência Espacial do Canadá.
Com um total de onze dias, a missão inclui três saídas para o espaço a efectuar por duas equipas.
Depois deste voo do Atlantis, a NASA prevê um total de 16 missões de vaivéns para completar a montagem da ISS, estando a próxima prevista para 13 de Dezembro, com o Discovery.
O 17º voo poderá ser programado para uma missão de reparação e manutenção do telescópio espacial Hubble, que se encontra em órbita terrestre, esperando-se para o Outono uma decisão nesse sentido, segundo a NASA.
Traumatizada pelo desastre do Columbia, a NASA reforçou confiança com o êxito da recente missão Discovery.
Este vaivém regressou à Terra a 17 de Julho após 13 dias de voo, durante os quais foram realizadas com êxito três saídas para o espaço, duas das quais para experimentar novas técnicas de reparação das protecções térmicas da aeronave.
Diário Digital / Lusa
8.11.2006
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