12.29.2006
Bar at the Folies-Bergere, 1881-2 - Edouard Manet
Um quadro magnífico, que encanta o nosso olhar. No entanto existem no quadro distorções da realidade. Quais são? Talvez esta página - Óptica Geométrica / Reflexão - possa dar alguma ajuda.
O Tio Tungsténio de Oliver Sacks (Relógios D´Água Editores, 2002)
Neste livro, Oliver Sacks descreve os seus primeiros contactos com a ciência sob a orientação do seu tio químico, o Tio Tungsténio (...). A partir de experiências com a electricidade, com metais e com a fotografia, Oliver Sacks inicia uma viagem que nos leva às suas paixões da infância e à origem de uma mente particularmente fértil e criativa.Um livro maravilhoso e muito divertido sobre a descoberta da Química, uma viagem pela História da Ciência.
12.28.2006
Um clássico - "O inferno é exotérmico ou endotérmico? Justifique a sua resposta."
"Primeiramente, postulamos que, se as almas existem, então devem ter alguma massa. Se tiverem, então uma mole de almas também tem massa. Assim, em que percentagem é que as almas estão a entrar e a sair do inferno? Acho que podemos assumir seguramente: uma vez que uma alma entra no inferno, nunca mais sai. Por isso não há almas a sair. Para as almas que entram no inferno, vamos dar uma olhadela às diferentes religiões que existem no mundo, hoje em dia. Algumas dessas religiões pregam que se não pertenceres a ela, vais para o inferno. Como há mais de uma religião desse tipo e as pessoas não possuem duas religiões, podemos projectar que todas as pessoas e almas vão para o inferno. Com as taxas de natalidade e mortalidade da maneira que estão, podemos esperar um crescimento exponencial das almas no inferno.
Agora vamos olhar para a taxa de mudança de volume no inferno. A Lei de Boyle diz que, para a temperatura e a pressão no inferno serem constantes, a relação entre a massa das almas e o volume do inferno também deve ser constante. Existem duas opções:
1) Se o inferno se expandir numa taxa menor do que a taxa com que as almas entram, então a temperatura e a pressão no inferno vão aumentar até ele explodir;
2) Se o inferno se estiver a expandir numa taxa maior do que a de entrada de almas, então a temperatura e a pressão irão baixar até que o inferno congele.
Então, qual das duas opções é a correcta?! Aceitemos como verdadeiro o que a aluna Teresa Maria me disse no primeiro ano:"Haverá gelo no inferno, antes de eu ir para a cama contigo". Levando em conta que ainda NÃO obtive sucesso na tentativa de ter relações sexuais com ela, então a opção 2 não é verdadeira.
Por isso, o inferno é exotérmico!"
Agora vamos olhar para a taxa de mudança de volume no inferno. A Lei de Boyle diz que, para a temperatura e a pressão no inferno serem constantes, a relação entre a massa das almas e o volume do inferno também deve ser constante. Existem duas opções:
1) Se o inferno se expandir numa taxa menor do que a taxa com que as almas entram, então a temperatura e a pressão no inferno vão aumentar até ele explodir;
2) Se o inferno se estiver a expandir numa taxa maior do que a de entrada de almas, então a temperatura e a pressão irão baixar até que o inferno congele.
Então, qual das duas opções é a correcta?! Aceitemos como verdadeiro o que a aluna Teresa Maria me disse no primeiro ano:"Haverá gelo no inferno, antes de eu ir para a cama contigo". Levando em conta que ainda NÃO obtive sucesso na tentativa de ter relações sexuais com ela, então a opção 2 não é verdadeira.
Por isso, o inferno é exotérmico!"
12.27.2006
Uma triste verdade :(
"Há uma espécie de guerra suja, envolvendo a ciência e a tomada de decisões".
David Gee, da Agência Europeia do Ambiente, PÚBLICO, 27-12-2006
David Gee, da Agência Europeia do Ambiente, PÚBLICO, 27-12-2006
Sem comentários...
Inevitável subida do nível do mar e da temperatura
j.paulo coutinhoAlterações climatéricas são atribuídas em grande parte à acção do homem sobre o meio ambiente
O planeta está a aquecer de forma inegável e o homem tem uma grande parte da responsabilidade. Esta é a principal conclusão de relatório das Nações Unidas, que será apresentado no início de 2007, elaborado por 2500 cientistas de todo o mundo, cujas primeiras conclusões foram ontem apresentadas pelo "El Pais".
Num relatório, que agrava a responsabilidade humana, é referido que parte do aquecimento é inevitável. Prevê novas ondas de calor, aumento das temperaturas, degelo e subida do nível do mar, que vai continuar por mais um século, mesmo que hoje fosse possível eliminar as emissões de gases com efeito estufa (GEE).
Estes são os principais tópicos do quarto relatório elaborado pelo Painel Governamental para as Alterações Climáticas (IPCC na sigla em inglês). O documento aumenta o grau de precisão do conhecimento relativo às alterações climáticas e o seu grau de atribuição ao homem, relativamente ao último de 2001.
O relatório destaca que 2005 e 1998 foram os anos mais quentes desde que existem registos e que seis dos sete anos mais quentes de sempre ocorreram desde 2001. A temperatura média da superfície aumentou desde 1850. As observações do oceano, da atmosfera, a neve o gelo mostram dados consentâneos com o aquecimento global. E é muito improvável que o aquecimento observado se deva à variabilidade do clima, sublinha o documento.
A temperatura do ar nas zonas terrestres aumentou o dobro da do oceano desde 1979. A temperatura do oceano a grandes profundidades também aumentou desde 1955, refere o documento.
Explica ainda, que embora o aumento de temperatura do oceano seja muito pequeno, a sua importância advém da imensa quantidade de calor necessária para elevar a temperatura do mar.
O trabalho dos cientistas envolvidos no IPCC, uma vez que existe a certeza do aquecimento, passa pela atribuição das causas.
Por isso, define causas como "muito provável" (o que significa que o grau de atribuição é superior a 90%), provável (mais de 66%) ou tão provável como não (entre 33 e 66%).
E a principal causa são os GEE, sobretudo o dióxido de carbono, mas também o metano ou os óxidos de nitrogénio que se libertam durante a queima de carvão, petróleo ou gás. Estes gases acumulam-se durante séculos na atmosfera. Embora deixem passar a radiação solar para a Terra, travam a saída de calor que a superfície terrestre emite aquecendo o planeta. A este efeito junta-se o das partículas em suspensão, também procedentes das fábricas e dos automóveis que travam a chegada da radiação solar ao planeta e o arrefecem.
Tendo em conta os factores que incidem no balanço energético, predomina o aquecimento dos GEE. "É muito provável que os GEE sejam a causa dominante do aquecimento observado nos últimos 50 anos no mundo", estima o relatório.
A atribuição do aquecimento ao homem é agora maior do que em 2001, data do último relatório. Na altura os cientistas foram mais cautelosos e agora consideram essa causa como muito mais provável. Este assinala que o incremento de situações extremas - como secas e ondas de calor - "pode ser atribuído à mudança climática antropogénica"- produzida pela acção do homem.
O relatório do IPCC supõe um mínimo denominador comum científico sobre o aquecimento. A redacção final do texto pode mudar na reunião de Paris, de 29 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 2007, quando serão apresentadas as conclusões do painel.
O que pode mudar, sobretudo, é o resumo para políticos, que é aprovado frase a frase, já que os governos medem cada palavra.
in Jornal de Notícias
12.25.2006
Agora que se inicia um Novo Ano...

Vivimos una situación de auténtica emergencia planetaria, marcada por toda una serie de graves problemas estrechamente relacionados: contaminación y degradación de los ecosistemas, agotamiento de recursos, crecimiento incontrolado de la población mundial, desequilibrios insostenibles, conflictos destructivos, pérdida de diversidad biológica y cultural…
Es preciso, por ello, asumir un compromiso para que toda la educación, tanto formal como informal, preste sistemáticamente atención a la situación del mundo, con el fin de proporcionar una percepción correcta de los problemas y de fomentar actitudes y comportamientos favorables para el logro de un desarrollo sostenible.
Llamamos así a sumarnos decididamente a las iniciativas de una Década de Educación para el Desarrollo Sostenible, que Naciones Unidas promueve de 2005 a 2014.
Es preciso, por ello, asumir un compromiso para que toda la educación, tanto formal como informal, preste sistemáticamente atención a la situación del mundo, con el fin de proporcionar una percepción correcta de los problemas y de fomentar actitudes y comportamientos favorables para el logro de un desarrollo sostenible.
Llamamos así a sumarnos decididamente a las iniciativas de una Década de Educación para el Desarrollo Sostenible, que Naciones Unidas promueve de 2005 a 2014.
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