5.29.2007

Só para lembrar

29 de Maio de 1919 - Confirmação experimental da deflexão da luz, como havia proposto Einstein, na Ilha do Príncipe (São Tomé e Príncipe) e no Sobral (Brasil) durante um eclipse solar.

4.14.2007

Novos materiais@PT

Do Monte da Caparica para a LG, a Hewlett-Packard, a Fiat e a Samsung: o trabalho de cientistas portugueses da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa vai possibilitar em poucos anos que deixe de haver painé is de instrumentos nos automóveis e que passemos a trazer connosco computadores cujos ecrãs podemos enrolar e meter no nosso bolso.
Uma equipa de investigadores da Nova está a desenvolver projectos que num futuro próximo serão aplicados em produtos de várias multinacionais. Na base dos contractos celebrados com estas empresas está a tecnologia que a directora do Departamento de Ciência dos Materiais (CENIMAT), Elvira Fortunato, classifica como um "ovo de Colombo": transformar o óxido de zinco num semi-condutor activo.
A técnica é simples. Colocam-se LED (Light Emitting Diode, tecnologia de iluminação que é usada em quase todos os produtos eléctricos e electrónicos, desde a luzinha standby do seu televisor até aos sinais de trânsito) num vidro normal ou num simples material plástico como os que se utilizam nas garrafas de refrigerantes. A inclusão de uma fina camada de óxido de zinco sobre os materiais permite a conductibilidade, evitando-se assim perder a transparência.
Depois de Elvira Fortunato ter começado a publicar os resultados da investigação em revistas científicas, surgiram as empresas interessadas. A Samsung foi a primeira. Depois vieram a LG, a HP e a Fiat.
A Fiat percebeu que a tecnologia podia ser aplicada no pára-brisas dos seus carros. Assim, em vez dos actuais painéis de instrumentos, os vidros dos carros passam a ser também mostradores para os indicadores de velocidade, conta-rotações, gasolina, etc.
A Samsung e a LG perceberam que poderiam produzir LCD com a espessura de uma folha de acetato. A HP viu na tecnologia uma aplicação final para e-paper. Todas assinaram contratos com a Faculdade no valor de meio milhão de euros para, segundo Rodrigo Martins, professor da FCT e director do CEMOP (Center of Excellence in Microelectronics Optoelectronics and Processes), "fazer o desenvolvimento da investigação, transferir as condições da tecnologia para as empresas até à linha de produção".
Não deverá levar muito até que esta "revolução", tal como lhe chama Rodrigo Martins, chegue aos nossos computadores e carros. A título de exemplo, o contrato com a Fiat foi assinado em Setembro, e não ultrapassará os quatro anos de desenvolvimento.
A investigação realizada pelos investigadores da FCT não é totalmente original. O princípio foi desenvolvido ao mesmo tempo em Tóquio, por Hideo Hosono, que vendeu a ideia à Canon e nos EUA por David Paine, que vendeu o seu trabalho à HP.
A mais valia dos portugueses está no facto de conseguirem reproduzir o processo à temperatura ambiente. "As outras experiências só o conseguiram fazer a temperaturas elevadíssimas. Como nós o fizemos à temperatura ambiente, podemos aplicá-lo ao plástico normal, que derrete a temperaturas elevadas. A vantagem está no facto de a transposição para a produção se tornar rápida e barata", explica Rodrigo Martins.

4.09.2007

Humor planetário


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1.04.2007

A confirmação :(


Investigadores do instituto britânico Met Office corroboraram hoje a previsão feita esta semana pela Universidade de East Anglia de que o ano de 2007 poderá ser o mais quente desde que há registos.

A temperatura média global do planeta deverá ser, este ano, 0,54 graus mais alta do que a média do período entre 1961 e 1990, prevê o Met Office.

"Há 60 por cento de probabilidades de que 2007 seja tão ou mais quente do que o ano mais quente de sempre [desde que há registos], ou seja, 1998", afirma o Met Office em comunicado. As temperaturas em 1998 foram 0,52 graus mais elevadas em relação ao período em análise.

A provável subida da temperatura é, em parte, provocada pelo fenónemo climatérico El Niño, gerado pelo aumento da temperatura das águas do Oceano Pacífico. Os especialistas do Met Office estimam que o El Niño vai ter uma grande influência nas temperaturas globais durante todo o ano.

"Esta nova informação é mais um alerta de que as alterações climáticas já estão a acontecer no planeta", comentou Katie Hopkins, do Met Office.

Na passada segunda-feira, Phil Jones, director da Unidade de Investigação do Clima da Universidade de East Anglia, afirmou que o efeito de estufa e o El Niño poderão fazer de 2007 o ano mais quente desde que há registo.

Serviço de saúde britânico mais activo no combate às alterações climáticas

Perante estas previsões, e com o relatório Stern ainda presente – considera vital o combate imediato às alterações climáticas –, o Governo britânico anunciou hoje a criação de um fundo de cem milhões de libras (148 milhões de euros) para ajudar o Serviço Nacional de Saúde a enfrentar a crise do sobre-aquecimento. A ideia é ajudar os hospitais e centros de saúde a reduzir as suas emissões de dióxido de carbono, aumentar a eficiência energética e a reduzir o consumo de energia. O dinheiro será ainda usado para dotar os edifícios de sistemas de energias renováveis.

O cenário para 2007 fica completo com o degelo no Árctico – de onde se desprendeu uma massa de gelo com 66 quilómetros quadrados – e com a falta de neve nas estâncias de esqui, que ameaça os desportos de Inverno.

O Instituto de Meteorologia holandês referiu hoje que 2006 foi o mais quente dos últimos 300 anos no país, com temperaturas médias de 11,2 graus. Se essa tendência se mantiver, a maratona ao longo dos canais gelados da Holanda, a Eleven Towns Tour, realizada em Janeiro, poderá acabar. O evento realiza-se quando o gelo atinge uma camada de, pelo menos, 15 centímetros de espessura ao longo de todo o percurso, algo que só aconteceu 15 vezes nos últimos cem anos. A última vez foi em 1997.

1.03.2007

Astronotícias - Titã

Descoberto lago de metano em Titã

Astrónomos investigaram segunda maior lua de Saturno

Uma equipa internacional de cientistas descobriu lagos de metano, e possivelmente de etano, em Titã, a maior lua de Saturno, segundo um artigo a ser publicado na edição de quinta-feira da revista britânica Nature.

Ao estudar as imagens captadas por um radar da sonda Cassini, a equipa dirigida por Ellen Stofan, de um instituto de investigação científica da Virgínia, indicou ter descoberto no hemisfério norte de Titã lagos circulares de metano e etano, de 3 a 70 quilómetros de diâmetro.

Os astrónomos já suspeitavam há muito tempo da existência destes lagos, mas nunca conseguiram prová-la.

Alguns investigadores consideraram, num artigo publicado na Primavera na revista Science, que o que se julgava ser os lagos, pelo menos na linha do Equador, eram apenas muros de areia com dunas de 100 metros de altura.

Titã é a única lua do sistema solar que possui uma atmosfera densa similar à dos primórdios da Terra, com finas camadas de nuvens de metano e de azoto.

Reflexão

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Método científico


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Ambiente

Com notícias destas,

Investigador alerta que 2007 poderá ser o ano mais quente de que há memória

alguém se admira:
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