8.11.2007

Enigma 25


O professor Pedro, famoso cientista, descobriu que uma dada reacção química durava 80 minutos sempre que vestia bata branca, mas quando vestia bata amarela a mesma reacção durava uma hora e vinte minutos. Como se explica este fenómeno?

LOL

Quando a NASA começou a enviar astronautas para o espaço, rapidamente descobriu que as esferográficas não escreviam em ambientes com gravidade zero?
Para solucionar este problema, os cientistas da NASA passaram uma década e gastaram muitos milhões de dólares a desenvolver uma caneta que escrevesse em ambientes com gravidade zero, virada para cima, debaixo de água, em quase todas as superfícies, incluindo vidro, e suportando temperaturas quer muito baixas quer muito altas.


Os Russos utilizavam lápis !

Enigma 24

Quadrados mágicos

Nestes quadrados de nove casas, deves escrever em cada uma, um algarismo de 1 a 9 de modo que em cada linha horizontal, vertical ou diagonal a soma tenha sempre o mesmo valor.

Por exemplo, neste quadrado mágico a soma é 15:


Tenta achar a solução para estes dois quadrados mágicos, cujas somas são, 27 e 18, respectivamente.





8.10.2007

Enigma 23

Nove alunos estão dispostos em círculo. Para escolherem o seu representante contam até 5 a partir de um deles, no sentido dos ponteiros do relógio, e o quinto sai do círculo. Depois, contam novamente até 5 a partir do seguinte, e o quinto sai do círculo, e assim sucessivamente. O último a ficar no círculo será o chefe.

O Paulo é quem conta e quer aproveitar-se disso para ser o representante. Chamemos, aos seus camaradas, B, C, D, E, F, G, H e I, no sentido dos ponteiros do relógio.

A partir de quem deve o Paulo começar a contar para ser ele o chefe?

5.29.2007

Só para lembrar

29 de Maio de 1919 - Confirmação experimental da deflexão da luz, como havia proposto Einstein, na Ilha do Príncipe (São Tomé e Príncipe) e no Sobral (Brasil) durante um eclipse solar.

4.14.2007

Novos materiais@PT

Do Monte da Caparica para a LG, a Hewlett-Packard, a Fiat e a Samsung: o trabalho de cientistas portugueses da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa vai possibilitar em poucos anos que deixe de haver painé is de instrumentos nos automóveis e que passemos a trazer connosco computadores cujos ecrãs podemos enrolar e meter no nosso bolso.
Uma equipa de investigadores da Nova está a desenvolver projectos que num futuro próximo serão aplicados em produtos de várias multinacionais. Na base dos contractos celebrados com estas empresas está a tecnologia que a directora do Departamento de Ciência dos Materiais (CENIMAT), Elvira Fortunato, classifica como um "ovo de Colombo": transformar o óxido de zinco num semi-condutor activo.
A técnica é simples. Colocam-se LED (Light Emitting Diode, tecnologia de iluminação que é usada em quase todos os produtos eléctricos e electrónicos, desde a luzinha standby do seu televisor até aos sinais de trânsito) num vidro normal ou num simples material plástico como os que se utilizam nas garrafas de refrigerantes. A inclusão de uma fina camada de óxido de zinco sobre os materiais permite a conductibilidade, evitando-se assim perder a transparência.
Depois de Elvira Fortunato ter começado a publicar os resultados da investigação em revistas científicas, surgiram as empresas interessadas. A Samsung foi a primeira. Depois vieram a LG, a HP e a Fiat.
A Fiat percebeu que a tecnologia podia ser aplicada no pára-brisas dos seus carros. Assim, em vez dos actuais painéis de instrumentos, os vidros dos carros passam a ser também mostradores para os indicadores de velocidade, conta-rotações, gasolina, etc.
A Samsung e a LG perceberam que poderiam produzir LCD com a espessura de uma folha de acetato. A HP viu na tecnologia uma aplicação final para e-paper. Todas assinaram contratos com a Faculdade no valor de meio milhão de euros para, segundo Rodrigo Martins, professor da FCT e director do CEMOP (Center of Excellence in Microelectronics Optoelectronics and Processes), "fazer o desenvolvimento da investigação, transferir as condições da tecnologia para as empresas até à linha de produção".
Não deverá levar muito até que esta "revolução", tal como lhe chama Rodrigo Martins, chegue aos nossos computadores e carros. A título de exemplo, o contrato com a Fiat foi assinado em Setembro, e não ultrapassará os quatro anos de desenvolvimento.
A investigação realizada pelos investigadores da FCT não é totalmente original. O princípio foi desenvolvido ao mesmo tempo em Tóquio, por Hideo Hosono, que vendeu a ideia à Canon e nos EUA por David Paine, que vendeu o seu trabalho à HP.
A mais valia dos portugueses está no facto de conseguirem reproduzir o processo à temperatura ambiente. "As outras experiências só o conseguiram fazer a temperaturas elevadíssimas. Como nós o fizemos à temperatura ambiente, podemos aplicá-lo ao plástico normal, que derrete a temperaturas elevadas. A vantagem está no facto de a transposição para a produção se tornar rápida e barata", explica Rodrigo Martins.