8.17.2007
Enigma 33
8.16.2007
Enigma 32
A) Usa, simultaneamente, os 10 algarismos para representar o número 1.B) Com os algarismos 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9, e sem os repetir, representar 2 fracções cuja soma seja igual a 1.
C) Organizar estes sete dígitos de forma a que a soma seja cem, utilizando as operações básicas: 1 2 3 4 5 6 7 = 100.
D)Adiciona 5 números formados pelos algarismos 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9, sem os repetir e sem alterar a sua ordem, de forma a obter 225.
E) Utilizar os algarismos 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9, e os símbolos + e - entre eles, para obter 100.
F) Utilizar apenas o algarismo 9 para obter 1 000.
8.15.2007
Enigma 31 (Clássico)
Três amigos, o João, o Nuno e o António foram comer a um restaurante e no final a conta deu 30,00 €. Resolveram dividir a conta, o que significa que cada um deu dez euros. O empregado levou o dinheiro até à caixa e o dono do restaurante disse:- Esses três são clientes antigos do restaurante, então vou devolver-lhes 5,00 € e entregou ao empregado cinco moedas de 1,00 €.
O empregado, muito esperto, fez o seguinte: ficou com 2,00 € para ele e deu 1,00 € a cada um de nós. No final, fazendo as contas:
João: 10,00 € (-1,00 € que foi devolvido) = eu gastei 9,00 €
Nuno: 10,00 € (-1,00 € que foi devolvido) = tu gastaste 9,00 €
António: 10,00 € (-1,00 € que foi devolvido) = ele gastou 9,00 €
Então se cada um gastou 9,00 €, o que o três gastaram juntos, foi 27,00 €. E se o empregado guardou 2,00 € para ele temos:
Clientes: 27,00 €
Empregado: 2,00 €
TOTAL: 29,00 €
Pergunta-se: - Onde foi parar a outra moeda de 1€?
Pesquisando Matemática na NET
Uma simples pesquisa pode dar resultados surpreendentes. Procurava-se Matemática e clicando aparece:
Ave matemática, cheia de teorias e definições, malditas sois entre as disciplinas, benditos os alunos. Santa matemática, mãe das negativas, rezai pelas nossas cabeças agora e na hora das notas, AMÉN.
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No comments. LOL
“Matemática em Jogo” - Exposição Virtual
Uma interessante exposição sobre jogos, combinando uma perspectiva histórica com a análise Matemática dos jogos - Matemática em Jogo.
O futuro é hoje
Na edição de hoje do DN:


Pilha revolucionária é simples folha de papel
Investigadores norte-americanos criaram uma nova pilha eléctrica capaz de funcionar com sangue ou suor humanos. A pilha assemelha-se a uma simples folha de papel negro, apresentando um importante potencial de aplicações, quer no campo da medicina quer nos transportes e na indústria.
Recorrendo à nanotecnologia, os investigadores do Rensselaer Polytechnic Institute, em Nova Iorque, produziram uma estrutura molecular composta, formada de 90% de celulose e 10% de nanotubos de carbono que funcionam como eléctrodos que permitem a passagem de corrente. A nova pilha é ultraleve, extremamente fina e totalmente flexível.
Outra das características revolucionárias é que a pilha pode funcionar a temperaturas entre os 73 graus centígrados negativos e os 148,9 positivos, uma vez que utiliza como electrólito um líquido ionizado conseguido a partir do sal.
Para além de poder ser impressa como se de papel se tratasse, pode funcionar como uma pilha vulgar de lítio ou como supercondensador que armazena electricidade e ser cortada em várias partes sem perder as suas propriedades ou capacidades técnicas.
"A pilha é sobretudo um pedaço de papel vulgar no qual a estrutura molecular foi reorganizada", sublinha Robert Linhardt, um dos autores do trabalho, publicado nos Anais da Academia Nacional Americana de Ciência (PNAS) no passado dia 13 de Agosto.
A pilha pode ser enrolada, curvada ou partida em vários pedaços sem perder as suas propriedades ou capacidades técnicas. É igualmente possível juntar várias pilhas umas sobre as outras a fim de potenciar as suas capacidades.
A nova pilha é também muito ecológica, já que é quase totalmente biodegradável e não contém nenhuma substância química tóxica. Pode ser igualmente usada como fonte de energia eléctrica para equipamentos implantados no corpo humano, tais como "pacemakers" ou desfibrilhadores.
Os investigadores do Rensselaer Institute - o mais antigo dos Estados Unidos na área de investigação tecnológica - imprimiram estas pilhas como se fossem folhas de papel e demonstraram que elas podem utilizar electrólitos naturais como o suor, a urina ou o sangue humano, de forma a serem activadas e produzirem electricidade. Poderá também ser usada em veículos de transporte.
Investigadores norte-americanos criaram uma nova pilha eléctrica capaz de funcionar com sangue ou suor humanos. A pilha assemelha-se a uma simples folha de papel negro, apresentando um importante potencial de aplicações, quer no campo da medicina quer nos transportes e na indústria.
Recorrendo à nanotecnologia, os investigadores do Rensselaer Polytechnic Institute, em Nova Iorque, produziram uma estrutura molecular composta, formada de 90% de celulose e 10% de nanotubos de carbono que funcionam como eléctrodos que permitem a passagem de corrente. A nova pilha é ultraleve, extremamente fina e totalmente flexível.
Outra das características revolucionárias é que a pilha pode funcionar a temperaturas entre os 73 graus centígrados negativos e os 148,9 positivos, uma vez que utiliza como electrólito um líquido ionizado conseguido a partir do sal.
Para além de poder ser impressa como se de papel se tratasse, pode funcionar como uma pilha vulgar de lítio ou como supercondensador que armazena electricidade e ser cortada em várias partes sem perder as suas propriedades ou capacidades técnicas.
"A pilha é sobretudo um pedaço de papel vulgar no qual a estrutura molecular foi reorganizada", sublinha Robert Linhardt, um dos autores do trabalho, publicado nos Anais da Academia Nacional Americana de Ciência (PNAS) no passado dia 13 de Agosto.
A pilha pode ser enrolada, curvada ou partida em vários pedaços sem perder as suas propriedades ou capacidades técnicas. É igualmente possível juntar várias pilhas umas sobre as outras a fim de potenciar as suas capacidades.
A nova pilha é também muito ecológica, já que é quase totalmente biodegradável e não contém nenhuma substância química tóxica. Pode ser igualmente usada como fonte de energia eléctrica para equipamentos implantados no corpo humano, tais como "pacemakers" ou desfibrilhadores.
Os investigadores do Rensselaer Institute - o mais antigo dos Estados Unidos na área de investigação tecnológica - imprimiram estas pilhas como se fossem folhas de papel e demonstraram que elas podem utilizar electrólitos naturais como o suor, a urina ou o sangue humano, de forma a serem activadas e produzirem electricidade. Poderá também ser usada em veículos de transporte.
8.14.2007
Enigma 30
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