8.22.2007
Inutilidade
Encontram-se as ideias mais diversas na Internet, para o bem e para o mal. Esta é muito engraçada. Relevante? Aparentemente para este blog, não. LOL
Etiquetas:
Curiosidades,
Humor,
Link's
8.21.2007
8.20.2007
A estrutura de um relatório em poema
Curioso, muito curioso, o que se encontra saltitando de página em página.
Vou aqui e agora divulgar
E para ninguém se esquecer
Como um relatório elaborar
Para uma boa classificação ter
Começar o relatório pela capa
É o que se deve fazer
Disciplina, trabalho e data
E no final os nomes escrever
Na introdução teórica incluir
O suporte principal da teoria
E se necessário também referir
As equações e metodologia
Segue-se a parte experimental
Com o esquema do equipamento
Procedimentos, reagentes e material
São o restante complemento
Em tabelas os valores colocar
Os resultados são assim apresentados
Para mais facilmente analisar
Depois de explicar como foram calculados
Os gráficos devem-se efectuar
Com diferentes pontos e cores
O objectivo é poder elucidar
Sobre o comportamento dos valores
Antes da discussão elaborar
De resultados e observações
É necessário os ajustes realizar
E dos gráficos extrair as correlações
Depois de tudo isto fazer
Pode-se a discussão iniciar
Com espírito crítico e saber
Para nada de fundamental errar
Após a discussão escrever
Devem surgir as conclusões
E no final, sem nunca esquecer
As críticas ao trabalho e sugestões
A nomenclatura ou simbologia deve seguir
Com as variáveis dimensionadas
E depois a bibliografia redigir
Com as fontes de informação consultadas
Extensas e teóricas deduções
Devem nos apêndices ficar
Cálculos secundários ou demonstrações
Devem também lá ir parar
Depois do índice escalonar
Com todos os capítulos realizados
Devem o resumo formar
Com os principais resultados
E para tudo isto finalizar
E na última página introduzir
Devem os alunos do grupo assinar
Para o relatório assim poder concluir
Quero em breves palavras dizer
E como observação final
"Para uma boa classificação ter
O relatório deve ter algo de original"
Jorge Lemos Ferreira
Junho de 1996
Fonte
Vou aqui e agora divulgar
E para ninguém se esquecer
Como um relatório elaborar
Para uma boa classificação ter
Começar o relatório pela capa
É o que se deve fazer
Disciplina, trabalho e data
E no final os nomes escrever
Na introdução teórica incluir
O suporte principal da teoria
E se necessário também referir
As equações e metodologia
Segue-se a parte experimental
Com o esquema do equipamento
Procedimentos, reagentes e material
São o restante complemento
Em tabelas os valores colocar
Os resultados são assim apresentados
Para mais facilmente analisar
Depois de explicar como foram calculados
Os gráficos devem-se efectuar
Com diferentes pontos e cores
O objectivo é poder elucidar
Sobre o comportamento dos valores
Antes da discussão elaborar
De resultados e observações
É necessário os ajustes realizar
E dos gráficos extrair as correlações
Depois de tudo isto fazer
Pode-se a discussão iniciar
Com espírito crítico e saber
Para nada de fundamental errar
Após a discussão escrever
Devem surgir as conclusões
E no final, sem nunca esquecer
As críticas ao trabalho e sugestões
A nomenclatura ou simbologia deve seguir
Com as variáveis dimensionadas
E depois a bibliografia redigir
Com as fontes de informação consultadas
Extensas e teóricas deduções
Devem nos apêndices ficar
Cálculos secundários ou demonstrações
Devem também lá ir parar
Depois do índice escalonar
Com todos os capítulos realizados
Devem o resumo formar
Com os principais resultados
E para tudo isto finalizar
E na última página introduzir
Devem os alunos do grupo assinar
Para o relatório assim poder concluir
Quero em breves palavras dizer
E como observação final
"Para uma boa classificação ter
O relatório deve ter algo de original"
Jorge Lemos Ferreira
Junho de 1996
Fonte
Etiquetas:
Ciências Físico - Químicas
Enigma 39
Como colocar uma azeitona bem redondinha no fundo do copo, sem lhe tocar com a mão, e sem usar outros auxiliares ou "truques" do estilo empurrar a azeitona com um outro objecto?Só é permitido tocar na azeitona com o copo!
Duas notas: Este desafio foi copiado a partir de Fonte e a respectiva solução encontra-se em Solução.
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Enigma
8.19.2007
Enigma 38
Dois pares de namorados, o António e a Ana, o Bernardo e a Bárbara, andam a passear.Chegam à beira de um rio e encontram um barquito a remos tão pequeno que só lá cabem duas pessoas.Querem atravessar para a outra margem mas têm um problema: cada um dos rapazes é tão ciumento que não admite que a sua namorada esteja, nem sequer por um momento, perto de outro homem sem que ele esteja presente. Como se há-de organizar a travessia do rio?
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Enigma
Enigma 37
A - Temos oito moedas rigorosamente iguais na sua aparência exterior. No entanto, uma delas é falsa e pesa menos que as outras sete.Como se pode descobrir qual é a falsa fazendo apenas duas pesagens numa balança de pratos?
B - Uma pessoa tem dez sacos com moedas e cada saco tem dez moedas. Num dos sacos só há moedas falsas e nos outros só moedas verdadeiras. As falsas pesam 9 gramas e as verdadeiras 10 gramas. Apenas com uma pesagem, como poderemos descobrir qual o saco das moedas falsas?
B - Uma pessoa tem dez sacos com moedas e cada saco tem dez moedas. Num dos sacos só há moedas falsas e nos outros só moedas verdadeiras. As falsas pesam 9 gramas e as verdadeiras 10 gramas. Apenas com uma pesagem, como poderemos descobrir qual o saco das moedas falsas?
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Enigma
A inteligação de problemas e de soluções
Lê-se hoje no Jornal de Notícias:
Biocombustíveis podem provocar "falta de água"
Ocrescimento da produção de biocombustíveis pode exercer uma pressão "dramática" sobre a ameaça global de escassez de água. Este tema dominou grande parte dos trabalhos da Semana Mundial da Água, um congresso que juntou, em Estocolmo, na Suécia, 2500 especialistas de todo o Mundo. Que deixaram um alerta este pode ser um recurso que coloca mais problemas do que soluções no âmbito do combate contra as alterações climáticas.
A mensagem do encontro é clara, as reservas mundiais de água, cada vez mais ameaçadas por inundações e secas, serão mais bem gastas em comida do que em combustível. "Podemos viver com menos energia mas não com menos comida", sintetizou Suhas Wani, um cientista indiano presente no encontro.
A procura de biocombustíveis, como o etanol feito de milho ou de cana de açúcar, está a aumentarjá que o planeta tenta reduzir o consumo de comsbustíveis fósseis, acusados de contribuir para o aquecimento global. Apesar dos biocombustíveis serem considerados uma alternativa ecológica, os cientistas deixaram o aviso de que os empresários e os políticos estão a ignorar os efeitos colaterais.
"Actualmente, a quantidade de água usada em todo o Mundo na produção de alimentos é da ordem dos sete mil metros cúbicos. Em 2050, a previsão é de que essa quantidade aumente para 11 mil metros cúbicos, o que significa quase o dobro da água utilizada hoje", afirmou Jan Lundqvist, diretor do Comité Científico do Instituto Internacional da Água de Estocolmo (SIWI). "As projecções indicam que a água necessária para produzir biocombustíveis crescerá na mesma proporção que a procura de água por alimentos, o que representaria a necessidade de 20 a 30 milhões de quilómetros cúbicos em 2050. E isto não é possível", ressalta o cientista sueco.
As mudanças climáticas representam já um forte impacto sobre os recursos hídricos. A necessidade de cumprir as metas do milénio estabelecidas pelas Nações Unidas de reduzir para metade a pobreza extrema no Mundo em 2015, implica um aumento imediato da produção de alimentos. "O aumento da produção de biocombustíveis pode significar, portanto, uma pressão adicional sobre os recursos hídricos", alertaram vários cientistas presentes no encontro de Estocolmo.
O SIWI chamou ainda a atenção para o planeamento das cidades de forma a responder às consequência do aquecimento global. Como perto de 80% da população mundial vive a menos de 50 quilómetros da costa, o SIWI chama atenção para a necessidade de mudar o planeamento urbano para evitar as consequências da subida do nível das águas.
Biocombustíveis podem provocar "falta de água"
Ocrescimento da produção de biocombustíveis pode exercer uma pressão "dramática" sobre a ameaça global de escassez de água. Este tema dominou grande parte dos trabalhos da Semana Mundial da Água, um congresso que juntou, em Estocolmo, na Suécia, 2500 especialistas de todo o Mundo. Que deixaram um alerta este pode ser um recurso que coloca mais problemas do que soluções no âmbito do combate contra as alterações climáticas.
A mensagem do encontro é clara, as reservas mundiais de água, cada vez mais ameaçadas por inundações e secas, serão mais bem gastas em comida do que em combustível. "Podemos viver com menos energia mas não com menos comida", sintetizou Suhas Wani, um cientista indiano presente no encontro.
A procura de biocombustíveis, como o etanol feito de milho ou de cana de açúcar, está a aumentarjá que o planeta tenta reduzir o consumo de comsbustíveis fósseis, acusados de contribuir para o aquecimento global. Apesar dos biocombustíveis serem considerados uma alternativa ecológica, os cientistas deixaram o aviso de que os empresários e os políticos estão a ignorar os efeitos colaterais.
"Actualmente, a quantidade de água usada em todo o Mundo na produção de alimentos é da ordem dos sete mil metros cúbicos. Em 2050, a previsão é de que essa quantidade aumente para 11 mil metros cúbicos, o que significa quase o dobro da água utilizada hoje", afirmou Jan Lundqvist, diretor do Comité Científico do Instituto Internacional da Água de Estocolmo (SIWI). "As projecções indicam que a água necessária para produzir biocombustíveis crescerá na mesma proporção que a procura de água por alimentos, o que representaria a necessidade de 20 a 30 milhões de quilómetros cúbicos em 2050. E isto não é possível", ressalta o cientista sueco.
As mudanças climáticas representam já um forte impacto sobre os recursos hídricos. A necessidade de cumprir as metas do milénio estabelecidas pelas Nações Unidas de reduzir para metade a pobreza extrema no Mundo em 2015, implica um aumento imediato da produção de alimentos. "O aumento da produção de biocombustíveis pode significar, portanto, uma pressão adicional sobre os recursos hídricos", alertaram vários cientistas presentes no encontro de Estocolmo.
O SIWI chamou ainda a atenção para o planeamento das cidades de forma a responder às consequência do aquecimento global. Como perto de 80% da população mundial vive a menos de 50 quilómetros da costa, o SIWI chama atenção para a necessidade de mudar o planeamento urbano para evitar as consequências da subida do nível das águas.
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